Acasos do Destino Sucesso ou Fracasso? Sorte ou fado? Já te dizem que é predestinado Momentos, instantes imprevisíveis Presentes nas rotinas invisíveis No passado dos retratos Com a certeza de um futuro incerto Ações consolidadas em fatos Sem a clareza do que é encoberto Mas que chamo de acasos do destino Caso ou acaso? Destino ou fado? Sentir o sabor da vida Justo essa que clama para ser vivida, Desfrutar do amigo que é irmão Que os ventos trouxeram então Coincidência de rara sorte Que supera o medo da morte Que nos assola desde menino Mas que chamo de acasos do destino Amar tudo aquilo que se move! E mover tudo por aqueles que ama! Agradecer tudo o que nos inspirou A fixar bem lá dentro da memória Aquela grande estreia, onde tudo começou A dança da vida, o rumo da luneta. Tomar na mão aquela caneta A que escreve nossa história! Na verdade tudo o que há É liberdade para se a...